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Processos e integrações

Menos planilha, menos e-mail, menos 'quem está com isso?'

Fluxos digitais com aprovação, prazo e trilha de auditoria, e os sistemas por trás deles trocando dados sozinhos. No TOTVS Fluig, em low-code, com RPA ou desenvolvimento próprio, conforme o processo pedir.

Falar sobre esse tema

Sinais de que é hora de olhar para isso

  • Aprovação que anda por e-mail e trava quando alguém sai de férias
  • Ninguém sabe em que etapa o pedido está nem há quanto tempo parou
  • Mesma informação digitada três vezes, em três sistemas
  • Falha silenciosa na integração: o dado não passou e só se descobre no fechamento
  • Integração feita por alguém que saiu da empresa e ninguém mais entende
  • Planilha compartilhada como se fosse sistema de controle

O que automatizamos

Fluxos de aprovação (compras, despesas, contratos, investimento), admissão e desligamento, abertura e manutenção de cadastros, qualidade e não conformidade, atendimento interno, gestão documental com versionamento e assinatura, e conciliações recorrentes entre sistemas.

As quatro formas de construir

BPM e workflow. O processo vira fluxo com responsável, prazo, regra de escalonamento e histórico. Em TOTVS Fluig quando a empresa já é TOTVS, ou em plataforma de BPM de mercado quando faz mais sentido.

Low-code. Aplicações internas que não justificam um sistema inteiro, como controles de área, portais de solicitação e cadastros auxiliares, construídas rápido e com governança de TI.

RPA. Robôs para o que só existe em tela: portais de terceiros, sistemas legados sem API, rotinas repetitivas de digitação e conferência.

Desenvolvimento sob medida. Quando o fluxo é crítico, específico e precisa durar, construímos com arquitetura própria, testes e documentação.

A integração por trás do fluxo

Automação que não conversa com o ERP só muda o lugar do retrabalho. Todo fluxo que entregamos nasce conectado ao sistema de origem: a aprovação vira pedido no Protheus, a admissão vira cadastro no RM, o apontamento vira movimento no estoque, sem alguém transcrevendo no fim.

Integração malfeita é dívida técnica que cobra juros no fechamento do mês. Começamos mapeando quem é a fonte da verdade de cada informação: cliente, produto, centro de custo, pedido. Sem essa definição, integrar só espalha a inconsistência mais rápido. A partir daí desenhamos o fluxo: o que é tempo real, o que é lote, o que precisa de confirmação e o que pode ser eventual.

Arquitetura. Desenho dos fluxos, contratos de dados entre sistemas, tratamento de erro e política de retentativa. Documentado, para não depender de quem construiu.

Conexão com TOTVS. Protheus, Fluig e RM com e-commerce, WMS, TMS, CRM, folha, bancos, operadoras de saúde, órgãos reguladores e sistemas próprios.

APIs. Publicação de APIs para parceiros e consumo de APIs de terceiros, com autenticação, versionamento e controle de uso.

Sincronização de cadastros. Rotinas que mantêm clientes, produtos e estruturas consistentes entre sistemas, com regra clara de precedência e tratamento de duplicidade.

Observabilidade. Painel de execução, alerta de falha, fila de reprocessamento e histórico. Você descobre o problema pelo alerta, não pelo cliente reclamando.

Quando o sistema legado não tem API

Trabalhamos com o que existe: banco de dados, arquivo, fila de mensagens ou, em último caso, automação de tela. O importante é encapsular isso atrás de uma interface estável, para que o resto da arquitetura não dependa da gambiarra.

O objetivo não é ligar dois sistemas, e sim poder trocar qualquer um deles depois sem refazer tudo. Por isso trabalhamos com contratos de dados bem definidos e acoplamento baixo: quando o cliente troca de WMS, a integração muda de um lado só.

Indicadores do processo

Cada fluxo publicado vem com medição de tempo por etapa, volume, retrabalho e gargalo. É assim que se descobre que a aprovação não demora pelo sistema, mas porque uma etapa específica concentra tudo em uma pessoa.

Perguntas frequentes

Por que processo e integração são o mesmo eixo?

Porque separar os dois é o que cria retrabalho. Um fluxo de aprovação que não vira pedido no ERP sozinho apenas mudou o lugar da digitação. E uma integração sem processo em volta é um cano sem ninguém responsável pelo que passa dentro. Tratamos os dois juntos porque é assim que o trabalho acontece na empresa.

Automação de processos é só TOTVS Fluig?

Não. O TOTVS Fluig é forte quando a empresa já é TOTVS e o processo conversa muito com o ERP. Mas também entregamos em plataformas low-code de mercado, com RPA quando o sistema de destino não tem integração, e com desenvolvimento próprio quando o fluxo é crítico e específico. A escolha vem do processo e do que você já tem.

Quando usar RPA em vez de integração?

RPA é a saída quando o sistema de destino não oferece API nem banco acessível, como um portal de terceiro. Onde há integração possível, ela é sempre mais estável e barata de manter. RPA é remédio, não primeira opção.

Vocês integram com sistemas que não são TOTVS?

Sim. Grande parte dos projetos conecta TOTVS a plataformas de e-commerce, WMS, TMS, CRM, bancos, operadoras, órgãos reguladores e sistemas proprietários do cliente.

Como sabemos que uma integração falhou?

Toda integração que entregamos tem log, alerta e painel de execução. Falha gera notificação e fica em fila para reprocessamento, sem perda de registro.

Por onde começar?

Pelo processo que mais consome tempo da equipe e tem regra clara. Um fluxo bem escolhido paga o projeto e dá tração política para os próximos.

O próximo movimento

Comece pelo diagnóstico.
A proposta vem depois.

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